Conheça os tipos de Comércio Eletrônico existentes

Diogo Oliveira - 18/04/2018 - 0 Comentário(s)

Ao contrário do que se imagina, atualmente temos vários tipos de comércio eletrônico no mercado.

Tal modelo de comércio, expressa o papel da tecnologia e a modernidade nos processos comerciais e de venda.

Eles trazem uma série de benefícios e oportunidades para as empresas e pessoas que deles se utilizam.

A Soften preparou este artigo, mostrando os vários tipos de comércio eletrônico existentes e as possibilidades que eles trazem.

Comércio Eletrônico: definição e benefícios

O comércio eletrônico é popularmente conhecido por E-commerce e é definido como o processo de compra e venda de produtos e serviços totalmente realizados no ambiente eletrônico, como Internet.

Normalmente as pessoas associam comércio eletrônico ou E-commerce a plataformas populares.

Mercado Livre, Estante Virtual são alguns dos exemplos de plataformas que as pessoas mais utilizam para comércio eletrônico.

Contudo, tais modelos são só um modelo de comércio eletrônico existente no mercado.

Atualmente temos cinco modelos principais de E-commerce definidos de acordo com o perfil dos envolvidos na transação.

E mais três modelos que se estruturam de acordo com o canal pelo qual se realiza o processo.

O comércio eletrônico traz uma série de benefícios para as empresas que deles se utilizam para suas vendas.

Além de que traz praticidade e agilidade para consumidores que têm na palma de suas mãos uma compra rápida.

Agilidade, mobilidade e praticidade são os principais benefícios do E-commerce para quem dele se utiliza, seja para realizar vendas ou compras.

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Tipos de Comércio Eletrônico

Neste tópico, vamos definir os tipos de E-commerce existentes, primeiro começaremos pelos definidos pelo perfil dos envolvidos.

1 – Business to Business (B2B)

Neste modelo temos empresas (Pessoas Jurídicas) realizando processos de vendas para outras empresas.

Normalmente, o BSB trata com um maior volume de itens na venda e também têm uma preocupação maior com a entrega.

Além disto, a empresa envolvida precisa ter uma capacidade maior de estoque e um setor logístico bem estruturado.

Os valores e agilidade no processo de entrega, devem ser pensados para oferecer aos seus clientes valores que saltem aos olhos .

Bons exemplos disto são empresas que vendam produtos de limpeza, mercado eletrônico e móveis para escritório, por exemplo.

2 – Business to Costumer (B2C)

É o modelo mais conhecido e mais popular de comércio eletrônico, sendo realizado entre Empresas (Pessoas Jurídicas) e Consumidores (Pessoas Físicas).

Deve-se ter uma preocupação com as informações e detalhes do produto, exaltando os benefícios e utilidades do produto.

Isto faz com que o consumidor fique mais propenso à compra, do que somente com informações triviais e de valores.

Não há necessidade de Loja Física e estoque, e dependendo do mercado de atuação a margem de lucro é baixa.

Muitas empresas físicas utilizam o E-commerce como ferramenta secundária, oferecendo mais praticidade para o consumidor.

Pode ser colocado também opção de visita ao estabelecimento no caso de possuir loja física.

Um grande exemplo deste modelo é a plataforma BSW, tido como o maior E-commerce do Brasil.

O E-commerce surgiu da fusão de três grandes empresas: Americanas, Submarino e Shoptime.

3 – Costumer to Costumer (C2C)

Aqui temos consumidores vendendo para consumidores, por meio de plataformas online.

Em tal plataforma há a mediação entre ofertas de consumidores para consumidores, sendo mais conhecido como Market Place.

Os maiores exemplos disto são plataformas como Mercado Livre e E-bay.

4 – Costumer to Business (C2B)

Sem dúvidas é o modelo mais incomum e o mais improvável na cabeça de muitas pessoas, pois nele temos consumidores realizando ofertas para empresas.

Pessoas Físicas colocam em uma plataforma seus requisitos, produtos ou serviços e as empresas pagam por aquilo.

Um grande exemplo e um dos mais utilizados, são os bancos de imagens onde fotógrafos e designs publicam seus materiais e muitos empresários pagam por isto.

5 – Business to Government (B2G) ou Business to Administration (B2A)

Aqui temos empresas realizando transações para governos e administração pública.

Neste modelo têm-se algumas particularidades, pois, depende de regras e leis e é preciso passar por processos de licitações públicas.

Aqui não temos um modelo somente para isto mas uma transação específica, devido às exigências governamentais para tal processo.

Além de passar por licitação, a empresa precisa estar com tudo regularizado em relação a impostos e questões trabalhistas, por exemplo.

tipos de comércio eletrônico

Saiba como vender seus produtos pela Internet neste texto preparado pela Soften.

A partir daqui trabalharemos os modelos de E-commerce de acordo com o canal utilizado para a transação.

1 – Social Commerce (S-commerce)

São comércios e plataformas estruturadas dentro de Redes Sociais, garantindo maior agilidade e proximidade.

Facebook e Instagram já se utilizam de tal modelo de comércio e têm feito bastante sucesso.

2 – Mobile Commerce (M-commerce)

Com o aumento e predominância do acesso à internet por dispositivos móveis como smartphones e tablets, esse modelo têm crescido mais e mais.

Muitas vezes é só uma estruturação do E-commerce para o display do dispositivo.

Contudo, muitas empresas vem investindo em aplicativos para tal comércio, que notificam o consumidor de novas ofertas, promoções e lançamentos.

3 – TV Commerce (T-commerce)

Este, é o modelo menos comum no Brasil, nele a interatividade aparece durante a programação da televisão.

O consumidor enquanto acompanha a programação pode ter ofertas e opções de compra na tela, podendo realizar a transação sem sair da mesma e de forma ágil.

Aqui temos a união das funcionalidades da SmartTV e do sinal digital das emissoras de televisão ao comércio eletrônico.

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Perceba que são variados os modelos de comércios eletrônicos existentes, e que trazem uma série de facilidades para empresas e consumidores.

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Diogo Oliveira
Diogo Oliveira

É jornalista e especialista em textos informativos. Atualmente escreve os textos da Soften para a mídia, redige e-books e auxilia no blog. Nas horas vagas, gosta de ouvir música, ler sobre atualidades e política e assistir séries.

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