Design Thinking: Descubra este conceito e saiba como aplicar em sua empresa

Diogo Oliveira - 22/06/2018 - 0 Comentário(s)

Está precisando de inovação no processo de criação dos produtos e serviços da empresa? Tente implantar o Design Thinking no processo criativo do negócio.

A abordagem tem trazido bons resultados não só em empresas, mas também em organizações sociais.

Por meio de processos que colocam o indivíduo, suas vontades, desejos e anseios no centro do processo criativo, a técnica é um excelente investimento para os negócios.

Siga neste texto e veja o que significa o conceito e como você pode aplicá-lo na sua empresa.

O conceito Design Thinking

Design Thinking em tradução literal significa desenhar pensando, ou desenvolver pensando.

O termo refere-se à um método ou aplicação estratégica que visa potencializar as habilidades criativas e garantir liberdade neste processo.

O termo tem sua origem datada em meados de 1969 na obra de Hebert A. Simon, The Science of the Artificial.

Contudo, foi na obra Experiences in Visual Thinking que o termo apareceu e foi definido especificamente por Robert McKim.

Na mesma época Rolf Taste popularizou o termo e acrescentou significados, além de adaptá-lo para a área de administração por David M. Kelley.

Kelley era parceiro em Oxford de Taste, e foi o fundador da IDEO, empresa de consultoria de design de produtos americana, pioneira na aplicação da técnica de Design Thinking.

A partir daí o termo foi se desenvolvendo não só no meio empresarial, como também em meios sociais.

Inclusive, hoje já são oferecidos cursos que pretendem formar profissionais para aplicação de Design Thinking, principalmente em empreendimentos.

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Panorama para aplicação do Design Thinking

Antes de tudo, é preciso que fique claro que o Design Thinking não é uma técnica, e sim uma abordagem que visa buscar resultados e melhorias.

Isto por que ela é aplicada principalmente no processo criativo de produtos ou serviços de um negócio e a sua apresentação ao mercado.

A globalização da economia e a tecnologia num estágio avançado têm feito com que as empresas praticamente se “esbofetem” pela atenção do cliente.

Isto reflete na oferta de produtos e serviços, que normalmente são caracterizadas pela mesmice, mesmo tipo, com as mesmas funcionalidades e benefícios.

Toda esta situação é causada pela pressão feita em cima do time de criação, onde eles precisam criar produtos ou serviços eficientes, normalmente em tempos recordes.

A grande exigência, então, praticada pelo mercado faz com que seja feita a opção pela via mais fácil, simples e que deu certo.

Ou seja, é preferível manter a estratégia que deu certo e trouxe resultados medianos do que inovar, arriscar e buscar níveis mais altos.

Entenda a abordagem e a sua aplicação

Pensando então na característica da abordagem é possível ver que não há a possibilidade de um padrão, para que não seja criado mais uma amarra no processo criativo.

Outro motivo para que a abordagem não seja considerada uma técnica é por conta de cada negócio ter a sua particularidade, principalmente em relação aos seus produtos ou serviços.

Por se tratar então de uma abordagem criativa, o Design Thinking têm como centro do seu processo o Indivíduo.

E o indivíduo inserido neste processo vêm carregado de suas vontades, anseios, necessidades, percepção, entre outros atributos que possam auxiliar na melhoria da empresa.

O objetivo ao se colocar o “humano” como protagonista do processo é resolver problemas referentes à novas estratégias e criação de novos produtos ou serviços.

Além deste objetivo final, busca-se também mapear e levantar possíveis “ruídos” no processo criativo.

Ou seja, busca-se conhecer as barreiras e criar alternativas para transpassá-las criando assim uma visão mais completa dos processos e simplicidade nos mesmos.

O Design Thinking pode ser definido então como uma abordagem humana sobre os processos de criação, afim de garantir melhor eficiência com maior criatividade e diferencial.

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Aplicando a abordagem

Como dito, não há uma regra ou técnica pré-definida ou modelo a ser seguido no Design Thinking.

No entanto, alguns passos são essenciais para a aplicação da abordagem, seja em empresas, em grupos ou organizações.

São 4 passos:

Imersão

Nesta etapa é feito um convite para que haja de verdade uma imersão na realidade da empresa, não só nos aspectos internos, mas também nos externos.

Ou seja, é preciso pesquisar, conhecer seu público, o mercado, a condição e situação de seus funcionários, etc.

Para esta etapa podem ser usadas técnicas como Benchmarking, Análise SWOT, Pesquisa de Mercado, Reuniões Multidisciplinares, Pesquisa e Estudo de Clima Organizacional, Gamificação, etc.

O objetivo deste primeiro passo é entender e conhecer o campo de atuação da empresa, assim como ambiente de criação.

Alguns estudos chamam esta etapa também de Insight, pois, no meio de uma série de informações e com um certo tempo de reflexão, surgem as ideias, o que faz seguir para o próximo passo.

Ideação

É um passo onde entra o Mapa Mental, ou seja, é aonde se realiza a junção de todo o parâmetro observado no passo anterior.

Além disto, é neste ponto que começam a surgir as ideias propriamente ditas, e estas são apresentadas, rascunhadas e esboçadas.

Esta ideação tem como propósito apresenta alternativas, soluções, caminhos e respostas para os problemas encontrados na imersão.

Prototipagem

Com as ideias esboçadas, elas precisam sair do papel, contudo, ainda não é o momento de lançar no mercado.

Por este motivo surge a prototipagem, onde se cria um protótipo do produto ou serviço pensado como solução dos problemas.

Teste quantas vezes for necessário, este momento é feito para isso, esse teste pode ser feito por meio de um MVP – Produto Mínimo Viável.

O MVP nada mais é do que uma versão do produto/serviço que será lançado com o objetivo de testar e ver o impacto.

Desenvolvimento

Deu tudo certo? O protótipo apresentou resultados positivos? É hora de botar a mão na massa.

Crie, desenvolva e prepare o seu produto/serviço para ser lançado no mercado.

Certifique-se de que o que você lançou seja prazeroso e viável para o consumidor e não se esqueça, a qualquer momento podem ser feitas melhorias.

Ao pensar em melhorias, a empresa demonstra preocupação em sempre apresentar algo melhor dia após dia.

Exemplificando o Design Thinking

Por mais que foram definidos passos, não há um padrão a ser seguido, os passos são só um norte para a aplicação da abordagem.

Contudo, dentro de cada passo, cada negócio aplicará suas técnicas específicas e que mais se encaixem na sua realidade.

Para especificar isto, a Soften montou um infográfico, com um exemplo dos passos do Design Thinking e a sua aplicação.

infoDesignThinking 2

Invista em gestão e tenha maior liberdade para o processo criativo

Para que o processo criativo do seu negócio tenha uma maior liberdade e também maior segurança uma gestão organizada garantirá isto.

E a melhor ferramenta para uma gestão melhor estruturada é um sistema de emissão fiscal com gerenciamento ERP.

Isto por que, tais modelos softwares além de simplificar os processos garantem visão geral da empresa ao gerenciar estoque, vendas e financeiro integrado à emissão fiscal.

A Soften Sistemas é referência em sistemas emissores fiscais com integração ERP, além de contar com um treinamento e suportes especializados, com preços acessíveis.

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Diogo Oliveira
Diogo Oliveira

É jornalista e especialista em textos informativos. Atualmente escreve os textos da Soften para a mídia, redige e-books e auxilia no blog. Nas horas vagas, gosta de ouvir música, ler sobre atualidades e política e assistir séries.

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