4 perguntas e respostas sobre fluxo de caixa que você deve conferir

Fluxo de Caixa

Você tem sofrido com a gestão financeira desorganizada, com dados que não conferem e com a impossibilidade prever cenários de crescimento para a sua empresa? Então você deve estar precisando implementar corretamente e organizar o fluxo de caixa do seu negócio.

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Neste post você verá 4 perguntas e respostas sobre o fluxo de caixa. Confira!

1. Como funciona a parte operacional do fluxo de caixa?

A parte de atividades operacionais do fluxo de caixa, como o próprio nome já indica, está relacionada à rotina empresarial dessa ferramenta. Nesse grupo estarão as receitas relacionadas com a comercialização de mercadorias ou com a prestação de serviços.

Essas são as principais formas de obtenção de recursos em uma empresa, derivadas de sua atividade principal.

Uma organização pode arrecadar recursos de outra forma, mas elas serão esporádicas e não relacionadas à sua atividade principal — como ocorre com valores recebidos por juros, multas e vendas de ativos, por exemplo.

Outra parte integrante do fluxo de caixa operacional é o valor relacionado aos custos e às despesas necessários para a manutenção das atividades empresariais.

Nesse grupo estão gastos com salários de funcionários, impostos diversos, contas de energia, telefonia, entre outras que movimentam a atividade empresarial.

Dessa relação nasce o chamado fluxo de caixa operacional. Esse valor reflete o capital de giro da empresa, que nada mais é que o valor que sustenta suas atividades operacionais — ele é essencial para que ela opere normalmente.

2. O que é o fluxo de caixa de investimentos?

O fluxo de caixa de investimentos tem uma relação íntima com a aquisição de bens como máquinas e equipamentos. Esses são considerados como investimentos, já que possuem um caráter de longo prazo dentro da organização e necessitam de um desembolso maior para a sua aquisição.

Essa maior saída de recursos também está relacionada com o fato de que esses tipos de ativos normalmente ficarão na empresa por um maior período.

Assim, quando a organização pensa em adquirir algo dessa categoria, ela já está pensando nos benefícios que eles poderão trazer e no tempo que ela poderá utilizar tal ativo.

A parte de investimentos do fluxo de caixa também precisa de uma maior atenção. Esses valores geralmente são maiores se comparados às saídas do fluxo de caixa operacional.

Então, para evitar a descapitalização, é preciso entender se a empresa realmente precisa do ativo e programar-se para a compra dele.

Além disso, é preciso planejar o retorno que o investimento trará para o negócio. Também é necessário fazer uma reserva para o período em que este será pago, uma vez que a organização poderá ficar descapitalizada devido às saídas para as parcelas para aquisição do bem.

Figura Planilha Gratuita Fluxo de Caixa

3. Como demonstrar o fluxo de caixa?

Outra grande questão está relacionada ao controle do fluxo de caixa. Aqui entra outro ponto máximo de atenção do empresário: a tecnologia deve estar inserida em todos os momentos da vida financeira da empresa e, com o fluxo de caixa, não poderia ser diferente.

O registro de toda a movimentação poderá ficar muito mais rápido, fácil e livre de falhas e erros com o uso de um bom software de gestão. Outra grande vantagem da utilização dessa solução é a evidenciação dos recursos, sejam eles operacionais ou de investimento.

Com o fluxo de caixa informatizado fica muito mais prático gerar e interpretar os relatórios.

Assim, os tomadores de decisão poderão compreender quanto a empresa possui de recursos de curto prazo, quais são suas possibilidades para o futuro e se ela pode ou não comprar uma máquina — ou tomar outra decisão de investimento.

Com a tecnologia, a empresa pode, por exemplo, buscar alternativas como o financiamento. Este poderá ser feito de modo muito mais assertivo, já que a organização poderá programar-se para buscar a melhor instituição, a menor taxa de juros e as condições de pagamento ideais.

Os relatórios também podem ajudar na parte gerencial. Estes podem auxiliar, por exemplo, no entendimento do fluxo de despesas e receitas, mostrando como elas se comportam em relação ao resultado.

Com base nessas informações, os gerentes podem tomar diferentes decisões e maximizar os lucros.

4. De onde vêm as informações do fluxo de caixa?

Boa parte das informações do fluxo de caixa já vêm das próprias informações contábeis da empresa. Os dados de clientes são alimentados com informações geradas pela NF-e, então aqui entra a importância da utilização de soluções integradas e informatizadas.

Assim, além de gerar a informação que o fisco exige da empresa, todo o processo de alimentação de dados relativos à NF-e na contabilidade fica mais rápido, seguro e prático. Isso também facilita o relacionamento da empresa com outras organizações, otimizando o relacionamento com os clientes.

Outros dados também são obtidos no Balanço Patrimonial e na Demonstração do Resultado do Exercício e ajudam a entender a situação patrimonial, financeira e econômica da organização. Isso possibilita que o gestor tenha uma visão ampla de como estão todos os aspectos da empresa.

Essas informações são essenciais para a compreensão da geração de resultado da organização e de como ele está se convertendo em dinheiro. Além disso, permite entender dados históricos, fazer projeções para planejar o futuro e acompanhar a saúde financeira da organização.

Algumas dúvidas podem minar a correta implementação e o uso do fluxo de caixa em uma organização. Por isso, neste post você viu como funcionam os diferentes tipos de fluxo de caixa dentro da demonstração e como eles são essenciais para que o seu negócio seja bem-sucedido.

Demonstrar o fluxo de caixa com o uso da tecnologia, apresentando diferentes tipos de relatórios e pontos de vista — e compreendendo como as informações são geradas e se integram dentro de uma organização — também faz toda a diferença.

É preciso buscar soluções que atendam às necessidades cada vez maiores de informações integradas e em tempo real. Afinal, tudo isso facilita o trabalho dos gestores e permite que o processo de decisão seja eficiente e voltado para maximização dos resultados da organização.

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Ronnie Birolim
Ronnie Birolim

Formado em Ciência da Computação, COO (Diretor de Operações) e CMO (Diretor de Marketing) na Soften Sistemas. Escreve para o blog e coordena todo o setor de marketing da empresa. Está na Soften desde 2007 e nas horas vagas curte sua família, Rock anos 90 e video games.

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